Belo Horizonte – O preço do gás de cozinha voltou a subir em setembro em Belo Horizonte e na Região Metropolitana. Em agosto, o botijão de 13 kg com entrega custava, em média, R$ 128,63. Agora, o valor chegou a R$ 130,01, alta de 1,07%.Os dados são de levantamento do site MercadoMineiro.com.br, realizado entre os dias 8 e 10 de setembro, divulgados nesta segunda-feira (14/9). Dependendo do estabelecimento, o botijão entregue pode custar de R$ 115 a R$ 159 — uma diferença de R$ 44, ou 38,26%. Leia também Minas GeraisPreço do gás de cozinha cai na Grande BH, mas acumula alta em 2026 Minas GeraisGasolina sobe para R$ 6,11 na Grande BH, aponta Mercado Mineiro Preço muda conforme a regiãoO endereço do consumidor também faz diferença no bolso. Venda Nova tem o menor preço médio do botijão entregue, de R$ 120. Na outra ponta está a Região Oeste de Belo Horizonte, onde a média chega a R$ 133,40.A diferença entre as duas regiões é de R$ 13,40 por botijão, ou 11,17%. Para uma família que compra um por mês, são cerca de R$ 160 de diferença ao longo de um ano.Entre as demais localidades pesquisadas, Ribeirão das Neves tem preço médio de R$ 123,50, seguido de Contagem (R$ 124,15), Região Leste (R$ 127,82), Região Norte (R$ 128), Sabará (R$ 130), Barreiro (R$ 130,50), Pampulha (R$ 131), Nordeste (R$ 131,21), Noroeste (R$ 131,36) e Centro-Sul (R$ 133,33).Retirar o botijão pode sair mais baratoQuem busca o botijão diretamente na revenda encontra preços menores. A média para retirada é de R$ 114,75, enquanto a do produto entregue em casa chega a R$ 130,01.A diferença entre as médias é de R$ 15,26. O MercadoMineiro ressalta, porém, que esse valor não representa necessariamente o preço da entrega, já que são médias de modalidades diferentes.Na retirada, os preços encontrados variam de R$ 99,99 a R$ 145.O que explica a alta?Um dos fatores que ajudam a explicar o aumento em setembro é o reajuste anual dos custos das distribuidoras e engarrafadoras de gás, que inclui despesas com salários dos trabalhadores do setor.Segundo o MercadoMineiro, o reajuste foi anunciado em 1º de setembro e pode chegar ao consumidor por meio de repasses feitos ao longo da cadeia.O preço final, no entanto, também depende de outros fatores, como transporte, custos de funcionamento das empresas, entrega, margem das revendas e concorrência em cada região.Outras modalidades também ficaram mais caras. O botijão de 13 kg retirado na revenda passou de R$ 113,95 para R$ 114,75, alta de 0,70%. Já o cilindro de 45 kg com entrega passou de R$ 480,59 para R$ 482,46, avanço de 0,39%.Para a pesquisa completa, acesse www.mercadomineiro.com.br.







